El Describidor


John Rambo IV: sangre… sangre… más sangre… mucha más sangre…
febrero 27, 2008, 5:23 pm
Filed under: Cultura, Sensualidad

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Aparece en los cines la versión Rambo IV, en la que el veterano actor Sylvester Stallone personifica, quizá por última vez, a John Rambo, el héroe que con una flecha mata a 500 enemigos o con una bala a 15.000 soldados del otro bando o con una mano lanza un camión a 15 metros. El mismo que cuando habla, lo hace en “filosofía”:  vivir por nada o morir por algo ¡Que profundo! Vale la pena verla para alegrar esta vida. Después de todo, la realidad es la mejor ficción.

El siguiente es un resumen de la película, escrito por Hugo Cals para JB Online:

O soldado veterano favorito do cinema está de volta. John Rambo, que literalmente tocou o terror nas selvas do oriente na década de 80, reaparece 20 anos depois para a (suposta) seqüência final da série “Rambo”.

Nesta quarta parte, lançada no Brasil como “Rambo IV” (no original o longa foi batizado simplesmente como “John Rambo”), Rambo volta às telas da mesma forma: com o corpo esculpido por esteróides (Stallone admitiu ter usado anabolizantes nas filmagens), ele empunha as mais diferentes armas para “mandar desta para uma melhor” cerca de 300 soldados birmaneses em pouco menos de 1h30 de filme.


Mandando bala

Assim como na série “Rocky”, que teve sua parte final (a sexta) também filmada por Sylvester Stallone há dois anos atrás, “Rambo IV” se propõe a ser o ponto final na vida do personagem. No entanto, enquanto a conclusão da saga do boxeador teve um roteiro bem acabado, a seqüência final da história da “máquina de matar” conhecida como Rambo se limita a um banho de sangue quase que sem precedentes.

A última vez que vimos Rambo, ele estava instalando o caos no Afeganistão (em 1988, muitos anos antes de Bin Laden & Bush). Agora o velho soldado mora em Bangcoc, capital da Tailândia, onde trabalha como piloto de barco e captura cobras venenosas para shows exóticos. Ele é recrutado por um pastor americano para resgatar um grupo de fiéis que foi capturado em Burma, capital da Birmânia. O cenário, claro, é o pior possível: acompanhado de mercenários que só pensam em dinheiro, Rambo é obrigado a invadir um país onde acontece uma guerra civil.

Além de estrelar o filme, o “garanhão italiano” (condinome que usava quando filmava filmes pornôs baratos em início de carreira na década de 70) também assina a direção e parte do roteiro, o que contribuiu para que o filme seja uma carnificina hiper-realista com direito a muitos ossos e órgãos internos se espalhando nas cenas. As tiradas sarcásticas, que marcaram a trilogia original, deram lugar a diálogos vazios que arrancam risos da platéia por causa de suas pretensões pseudofilosóficas. Quando o grupo que o acompanha pensa em desistir, Rambo filosofa para os convencer do contrário:

– Nenhum de nós gostaria de estar aqui. Mas isso é o que nós fazemos. Viver por nada ou morrer por algo. É isso que o que somos.

Quando os contratados estão prestes a morrer na mão de soldados birmaneses, eis que surge o nosso herói, e munido apenas de arco e flecha mata um exército inteiro. A partir daí Rambo encara seu novo desafio e em pouco tempo já está arrancando a garganta de um soldado usando apenas as mãos, assim como nos velhos bons tempos. Stallone não mudou a linha do personagem, que continua o mesmo tipo calado que resolve tudo da maneira mais violenta possível. Sorte da platéia que é obrigada escutar pérolas do tipo “Quando você é pressionado, matar se torna tão fácil quanto respirar” apenas algumas vezes.

A premissa parece se tornar a mais verdadeira das verdades e a partir daí, alternando entre, facões, punhais, pistolas, metralhadoras e até mesmo uma superpotente ponto 30 – arma de grosso calibre guardada para a seqüência final -, Rambo se torna o herói que todos nós conhecemos: violento, corajoso e superficial. Em alguns momentos, temos a impressão que iremos deixar o cinema sujos de sangue.

Não espere um filme denso com personagens multi-facetados quando for assistir Rambo: mesmo não atendendo as expectativas de Stallone, que esperava compor uma obra-prima, o longa transborda de tanta testosterona e é diversão pura, com muito sangue, tiros e muita violência gráfica do início ao fim. Um prato cheio para os fãs do gênero. Não recomendo a companhia de namoradas sensíveis.

Fuente: JB online 

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